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óleogramíneo · apimentado · de amêndoa verde · de alcachofra · de folha de tomate

Azeite de oliva

Um suco de fruta se passando por gordura. Amargo, picante, verde, e morto um ano depois de prensado.

sozinho
0.0ácido
0.0doce
1.0salgado
3.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

9 destas 129 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

129 combinações para Azeite de oliva.

O amargor do polifenol precisa de ácido, ou fica só cobrindo os dentes.

Cidra

clássico

Fatiada crua, salgada, com azeite. A Calábria come o bagaço como salada e leva a sério.

Tomate seco

clássico

Reidratar é o ponto principal; o azeite onde ele fica de molho vira o produto melhor.

Broccolini

clássico

Untado, salgado, grelhado até criar bolhas. O chamuscado é o prato, e o azeite carrega tudo.

Couve-crespa

clássico

Massageie na folha. A gordura quebra a cera, e o sal consegue chegar até ela.

Couve toscana

clássico

Cru, no final, em quantidade ofensiva. A gordura é o tempero.

Rúcula

clássico

Azeite apimentado sobre uma folha apimentada. Mesma ardência, tempos diferentes.

Alface

clássico

Óleo primeiro, ácido depois. Folhas molhadas se recusam a aceitar qualquer um dos dois.

Alcachofra

clássico

A cinarina adoça tudo o que vem depois dela. O óleo amargo é imune.

Cardo

clássico

O molho de mergulho é quase só gordura, porque o talo é quase só amargor.

Óleo fumegante, sessenta segundos, bolhas na pele, não cor.

Palmito

clássico

Escorrido, o talo fica seco e range nos dentes. O azeite é o que transforma um vidro dele em salada.

A capsaicina não se dissolve em água. Sem gordura, o ardor fica quase todo no floco.

Dukkah

clássico

Pão no azeite, azeite nas castanhas. É o preparo inteiro e funciona.

Azeite verde e apimentado contra a gordura de bolota, as duas gorduras ibéricas numa mordida só.

Bresaola

clássico

A bresaola não tem gordura própria. O azeite é a metade que falta, não um enfeite.

Sardinha

clássico

A lata é óleo. A grelha é óleo. Ninguém melhorou isso.

Merluza

clássico

O molho é uma emulsão de óleo e suco de peixe. Sem manteiga, sem farinha.

Robalo

clássico

Peixe magro, grelha quente. O óleo é o que impede de grudar nas barras.

Dourada

clássico

Grelhado inteiro, temperado ainda quente, e o óleo entra nas lascas.

Botarga

clássico

A cera precisa de gordura para se dissolver. Óleo cru é o único veículo.

Burrata

clássico

Polifenóis verdes e apimentados contra gordura macia e doce, com sal por cima.

Feta

clássico

Salmoura sem gordura soa como sal puro e nada mais.

Farro

clássico

Grão elástico, azeite verde, sal. A Toscana resistiu à tentação de melhorar isso.

Amasse metade, regue o resto com azeite. O feijão dá corpo, o óleo dá sabor.

Assado nele, não com ele. O feijão bebe metade e o resto vira molho.

Portobello

clássico

O chapéu é uma esponja. Regue com azeite, não marine, ou ele afoga.

Porcini

clássico

Grelhe os chapéus inteiros no azeite; manteiga queima antes de a carne soltar água.

Mesma fruta, prensada em vez de curada. O azeite reidrata o que a cura levou.

Três para um. A gordura cobre, o ácido limpa, e a boca fica pedindo mais.

O amendoado oxidado combina com o azeite apimentado melhor do que qualquer outro ácido.

A cor e o sabor são lipossolúveis. Sem tostar, o gosto fica de lata.

Sal em flocos

clássico

A gordura espalha o sal por toda a língua em vez de picos isolados.

Uva

comum

Os polifenóis picantes fornecem o amargor que a uva de mesa perdeu ao longo do cultivo.

O picante verde encontra o tanino; o azeite é o molho e o tempero ao mesmo tempo.

A casca é fina o bastante para comer, então fatie a fruta inteira no azeite, com casca branca e tudo.

A gordura dá a uma fruta sem nenhuma algo para se agarrar; impede que o prato pareça raso.

O óleo verde e apimentado é o amargor que essa beterraba não fornece sozinha.

Funcho

comum

Óleo apimentado contra anis doce; o funcho cru não tem gordura própria para carregá-lo.

A gordura apimentada cobre um vegetal que é quase só água e crocância.

O azeite verde e apimentado combina com o frescor gramíneo que uma cabeça branca não tem.

A gordura cobre os buquês, e o enxofre para de chegar tudo de uma vez.

Acelga

comum

Os talos escalfam nele e deixam de ranger para ficar sedosos.

Corte para baixo no óleo quente. Os açúcares caramelizam, o miolo fica cru.

Os compostos amargos são solúveis em gordura. O azeite os espalha mais fino.

Os compostos amargos se dissolvem nele e se espalham mais fino.

A gordura é o único solvente que dilui o amargor sem removê-lo.

A gordura cobre a mucilagem, e a textura para de se anunciar.

Aspargo

comum

Grelhado nele, o aspargo doura por fora antes que o miolo passe do ponto.

Cebola

comum

Doura mais devagar que a manteiga, então os açúcares têm mais tempo para se desenvolver.

Batida no óleo, mantém a cor por uma semana. Crua, não mantém.

Esprema a água para fora, coloque gordura de volta. É a receita inteira.

Ela bebe óleo como se fosse dívida. Salgue antes ou ela bebe o dobro.

Guarde as tiras descascadas no óleo; elas melhoram por uma semana.

Eles chegam secos da lata. O óleo é o que devolve a sedosidade.

Cruas e fatiadas no comprimento, elas precisam mais de gordura do que de calor.

Fava

comum

A polpa farinhenta não tem gordura; o óleo é o que transforma isso em purê.

O azeite apimentado dobra a resina em vez de tentar suavizá-la.

Tomilho

comum

O timol é lipossolúvel e estável ao calor, então o azeite vira o próprio tempero.

Alecrim

comum

O pineno é lipossolúvel e estável ao calor. Deixe em infusão morna, nunca fervendo.

O carvacrol seco não se dissolve em água. Aqueça no óleo primeiro.

O oleocantal queima a garganta, a piperina queima a língua. Um bom azeite já tem gosto de meio-moído.

Já meio salgado e meio untado de óleo; a gordura puxa a cor direto para fora.

Fenóis de fumaça lipossolúveis; o óleo fica laranja e carrega tudo.

O anetol é lipossolúvel e precisa de óleo morno, não água, para sair.

Sumagre

comum

Gordura apimentada mais ácido seco: as duas coisas com que termina um prato levantino.

Já é oleosa, então a gordura puxa o roxo direto para fora e escurece o prato.

Atum

comum

Músculo magro, sem marmoreio. O azeite é a gordura que falta.

Assa em vez de escalfar, então pede óleo, não manteiga.

Choco

comum

A tinta emulsiona no óleo. Aquela mancha preta é o molho inteiro.

Grelhe seco e tempere depois. Óleo na panela só queima.

A gordura apimentada arredonda o gessoso antes mesmo de você pensar em creme.

Azeite verde e apimentado sobre coalhada envelhecida. O amargor dá à gordura para onde ir.

O azeite apimentado arredonda o pico de sal e o queijo para de gritar.

Uma coalhada úmida solta água no prato. O azeite transforma essa poça num molho em vez de um vazamento.

O óleo e a água do macarrão só se ligam se o amido estiver ali para intermediar.

Bulgur

comum

O trigo partido bebe azeite como uma esponja e para de ficar empoeirado.

Quinoa

comum

A semente é quase sem gordura, e isso se sente. Tempere ainda quente.

Na massa ela amacia o miolo; por baixo, a base frita em vez de assar.

O óleo cru e apimentado é o substituto do ácido; esse feijão é doce demais sem ele.

Pinoli

comum

A resina do pinoli se dissolve no óleo; a mordida do fenol impede que fique sem graça. Torre seco, óleo depois.

Hexenais verdes compartilhados: o azeite amplifica a semente em vez de diluí-la.

A salmoura é o ácido e o botão é o sal. Não precisa de mais nada.

Maracujá

incomum

Gordura verde e picante contra um ácido que grita: o molho se escreve sozinho, sem precisar de vinagre.

Bergamota

incomum

A Calábria tempera peixe cru com a raspa e azeite bom. Nada mais na tigela.

Crus, como salada, o óleo apimentado é o único contrapeso necessário.

Tainha

incomum

A ova, prensada e curada, é raspada sobre o azeite do jeito que a botarga é em qualquer outro lugar.

Dois amargores, um apimentado e outro tânico, com sal em flocos entre eles.

Cacau

incomum

Gordura verde e apimentada substitui a manteiga e o cacau de repente fica saboroso.

A manteiga de cacau firma, o azeite nunca firma. Juntos: ganache com final amargo.

Amargor apimentado é o que a barra nunca teve. Bata morno, junto com sal.

Sacuda os dois juntos e você tem um vinagrete já salgado e fermentado.

Amêndoa

incomum

A nota de amêndoa verde já está no óleo. A castanha só a deixa mais alta.

O azeite apimentado ancora o perfume; a gordura também evita que evapore no forno.

Wakame

raro

Polifenóis apimentados sobre a seda marinha. Mar diferente, mesmo instinto.

Sicília: pistache moído no óleo é um molho, não uma guarnição. Sem creme necessário.

Os dois correm em aldeídos de folha verde. Adicione pimenta-do-reino e dispense o creme.

Levedura de flor e óleo verde compartilham uma nota amendoada, com o sal entre os dois.

Pitaia

selvagem

Os polifenóis picantes fornecem amargor; de repente isso soa como salada, não como fruta.

Clementina

selvagem

Um azeite gramíneo e picante transforma uma fruta de meia de Natal em entrada. Salgue também.

Sudachi

selvagem

Dois amargores verdes, um do Mediterrâneo, um japonês. Nenhum recua.

Azeite apimentado cobre, depois as pérolas rompem por ele. Um tempero sem emulsionar.

Azeite herbáceo e sal em flocos sobre a clotted cream. Come-se como sobremesa.

A ova é gordura sem coluna. O óleo amargo dá uma a ela.

Matchá

selvagem

Dois amargores verdes, um gramíneo e um apimentado. Nenhum cede.

A gordura dissolve o óleo da casca da bergamota; o ardor fenólico sustenta tudo. Asse no bolo, não sirva na xícara.

Ágar

selvagem

Firme o azeite em fios e sirva como macarrão. O elBulli fez isso primeiro.