Funcho
clássicoRamas silvestres, e o anis é o motivo. Os talos no fogo, as folhas por cima.
Grelhada inteira na praia ou enlatada no óleo. Não há um terceiro jeito certo, nem um errado.
Ramas silvestres, e o anis é o motivo. Os talos no fogo, as folhas por cima.
A torrada está ali para recolher tudo que escorre do peixe.
A lata é óleo. A grelha é óleo. Ninguém melhorou isso.
Tostado, óleo e ácido. Tire um dos três e desmorona.
Siciliano: pinoli e passas contra o peixe oleoso, agridoce e crocante.
Ácido e glutamato: o outro líquido da lata, e o melhor deles.
Enxofre cru contra óleo grelhado, fatiado fino e salgado antes.
Mais cortante que o limão-siciliano, e sobrevive ao tostado.
Pimenta defumada dobra o tostado que a grelha já deixou.
Miolo azedo, peixe oleoso. O pão é metade do prato, não um veículo.
O açúcar é o contrapeso do óleo, não seu inimigo.
Peixe oleoso cozido em molho de soja; a formigação corta onde o limão só acrescentaria azedo.
Duas coisas guardadas em óleo e sal, chegando no mesmo garfo.
Mesma grelha, mesmo tostado, mesmo prato. Frite-os no óleo do peixe até a pele empolar.
Peixe oleoso e erva-doce sobre amido; para Palermo nunca foi exótico.
Peixe oleoso, farinha de rosca frita, funcho. Palermo nunca achou isso exótico.
Peixe enlatado e oleoso pelo milho cozido no vapor, com azeitona e ovo. São Paulo nunca pediu desculpas.
Cozidos juntos em fogo baixo, o ácido amolece as espinhas e mata o gosto residual de óleo.
Cozida com peixe oleoso, o ácido dissolve as espinhas finas e corta o óleo ao mesmo tempo.
Ácido doce sobre óleo grelhado: o vinho verde traduzido em fruta.
Anis além do funcho; faz a lata parecer deliberada.
Amargor de torra contra óleo de peixe. Um tempero seco, não uma bebida ao lado.