Manteiga
clássicoMurche na gordura para o enxofre ficar preso antes de evaporar.
Seis semanas num bosque úmido, depois some. Cheira a alho, age como espinafre, custa como nenhum dos dois.
Murche na gordura para o enxofre ficar preso antes de evaporar.
O amido absorve o golpe cru do aliáceo e vira sopa.
Duas fontes de enxofre concordando. Um omelete não precisa de mais nada em abril.
Sal e glutamato seguram o pesto onde o manjericão precisaria de mais.
Gordura resinosa arredonda uma folha mais afiada do que o manjericão jamais fica.
Batida no óleo, mantém a cor por uma semana. Crua, não mantém.
Mesma janela de seis semanas. O alho chega verde em vez de pungente.
Carne de primavera e erva de primavera, e a folha faz o que um dente de alho faria.
Mesma quinzena, mesmo chão de bosque úmido. A coleta monta o prato sozinha.
Dois enxofres verdes no auge nas mesmas três semanas do ano.
Ambas de graça, ambas de abril, ambas precisam de manteiga antes de terem gosto de comida.
Marisco doce sob uma folha crua e afiada, selado e finalizado frio.
As duas são afiadas de abril. O ácido da fruta corta o enxofre onde o limão-siciliano não consegue.
Bata cru. O óleo prende o enxofre antes de o oxigênio destruí-lo.