Goiaba
clássicoGoiabada é açúcar firmado e nada mais. Só uma coalhada úmida e quase sem sal aguenta tanto assim.
Com quatro dias de vida e mal salgado. Úmido, branco e suave, e vira borracha no instante em que esquenta.
Goiabada é açúcar firmado e nada mais. Só uma coalhada úmida e quase sem sal aguenta tanto assim.
O amido da mandioca não traz sabor nem sal, então o queijo minas meio curado é o tempero inteiro.
A coalhada não tem sal de sobra. Deixe a fruta temperar e deixe o ácido dela cortar.
Café preto e amargo tira a gordura da boca entre uma mordida e outra, e é assim que Minas toma café da manhã.
Regue frio sobre a fatia. O melaço de cana parece mais escuro contra algo tão neutro e tão úmido.
A mesma jogada da goiabada, mas com o açúcar cozido no leite em vez da fruta. Mais doce, então salgue o queijo com mais força.
Uma coalhada úmida solta água no prato. O azeite transforma essa poça num molho em vez de um vazamento.
Fruta laranja mole, coalhada branca mole, e nenhuma das duas diz muito até o sal chegar. Tempere as duas juntas.
O original português da jogada da goiaba: pasta mais dura, fruta mais afiada, e a coalhada dá conta das duas.
Cascas escuras e amargas cozidas até virar geleia, à colher sobre a coalhada branca lisa. Minas planta as duas coisas.
Polpa violenta sobre um queijo sem ácido próprio, e as sementes dão a única textura que existe ali.
Cereja vermelha resinosa sobre coalhada úmida e neutra. A fruta é estranha demais para ficar ao lado de algo mais forte.