Açúcar
clássicoA nota resinosa precisa de doçura, senão soa como defeito, não sabor.
Uma baga vermelha e sulcada com leve gosto de terebintina, e é essa a graça. A cereja-do-suriname daqui.
A nota resinosa precisa de doçura, senão soa como defeito, não sabor.
Afiar um ácido resinoso empurra a fruta para o cítrico e para longe do desinfetante de pinho.
A gordura do laticínio prende os terpenos; o sorvete tem gosto da fruta, não da árvore.
Açúcar de melaço sob resina; os dois se encontram perto de um bitter de coquetel muito antigo.
A gordura lactônica arredonda a ponta de pinho e impede que o ácido corte direto.
Duas resinas de hemisférios opostos; juntas, param de soar como acidente.
Os botânicos já estavam na metade do caminho. A fruta é uma substituta nativa da casca.
Pineno sobre pineno; a erva faz a fruta soar salgada numa só mordida.
Fruta resinosa e azeda contra gordura derretida; faz o trabalho da laranja, mas verde.
Giz láctico sob resina e ácido; a geleia pertence a uma tábua, não a um pudim.
O cacau lida com resina melhor que qualquer coisa; a barra tem gosto de ter envelhecido em madeira.
Peixe oleoso e ácido de pinho; uma resposta brasileira à cavala com uva-crespa.
Cereja vermelha resinosa sobre coalhada úmida e neutra. A fruta é estranha demais para ficar ao lado de algo mais forte.