Amêndoa
clássicoO benzaldeído ancora o néroli, que sem isso voa direto para fora do prato.
Inebriante numa gota, funerária em três. A Tunísia põe em tudo mesmo assim, e quase sempre acerta.
O benzaldeído ancora o néroli, que sem isso voa direto para fora do prato.
Flor e fruta da mesma laranjeira, menos o ácido. Juntas soam como o fruto inteiro.
Os dois soltam linalol e feniletanol. O mel carrega o que o calor levaria embora.
O açúcar pesado de caramelo precisa de uma nota de topo, ou fica sem graça. Esta é a mais barata.
Absorve o xarope perfumado e o segura. Um pão-de-ló só ficaria doce e encharcado.
Castanha verde contra flor branca; o óleo segura o néroli o bastante para dar para sentir o gosto.
A fruta já é uma flor, então aposte nisso. Poucas gotas, ou o prato vira sabão.
Água floral sobre o amargor da amêndoa do caroço, o balcão de doces levantino em dois itens.
Nota floral no topo sobre coalhada plana. Duas gotas, não dez.
Mais afiada e mais verde que a rosa. Padeiros levantinos escolhem um lado e ficam nele.
Dois aromáticos que morrem na fervura. Acrescente os dois fora do fogo ou desperdice os dois.
Raiz doce e água floral compartilham terpenos. No Marrocos temperam a salada crua com ela.
O azeite apimentado ancora o perfume; a gordura também evita que evapore no forno.
Morango de damascenona contra flor de indol. Um quarto de colher de chá para a tigela inteira.
O destilado floral cavalga na manteiga; os padeiros da Provença nunca pararam de fazer isso.
Anetol e néroli são doces os dois sem açúcar. Fatie cru, tempere úmido.
A proteína doce aceita o floral onde um peixe só cheiraria a saboneteira.