Sumagre
clássicoA metade vermelha da mistura verde. Tire e sobra tomilho e gergelim.
Tomilho, sumagre, gergelim, sal, e cem discussões de família sobre a proporção certa. Nunca é só uma erva.
A metade vermelha da mistura verde. Tire e sobra tomilho e gergelim.
Virado em pasta e passado na massa crua; a gordura é o que o torna comestível.
Assado dentro da massa, não polvilhado por cima, para o gergelim torrar junto com o miolo.
Coalhada escorrida, uma poça de azeite, um polvilhado generoso. Café da manhã, nada mais é preciso.
Gordura salgada e rangente absorve o timol; o sumagre faz o papel do limão que falta.
Frito e depois polvilhado. O timol corta o enxofre onde a pimenta só ficaria por cima.
Debaixo da pele com limão; o gergelim torra enquanto a gordura derrete.
Fatias cruas e um polvilhado generoso; o ácido da mistura dobra o sabor da fruta.
Água, sal, pó de ervas. A graça toda é que nada é cozido.
Timol contra lanolina, o mesmo truque do alecrim, mas com ácido a mais.
Assado até ficar crocante, depois misturado ainda quente para o azeite puxar a erva para dentro.
Asse bem forte, polvilhe ainda quente, e o azeite arrasta a mistura para dentro dos buquês.
Feijão cremoso mais erva seca; o sumagre faz o trabalho de um vinagrete.
Sal sobre sal, então o gergelim e o tomilho têm que carregar o sabor inteiro.
Milho amanteigado absorve melhor que qualquer tempero industrial. O ácido é o motivo.
Feta, azeite, mistura. O tomilho é o que impede que vire salada de frutas.
Timol contra o açúcar da fruta vermelha, com o sumagre carregando a ideia toda.