Farro
clássicoGrão e feijão na mesma panela: o amido engrossa o que o feijão soltou.
Pintado como ovo de passarinho, fica cinza em minutos de fervura. Sabe a castanha e não liga pra aparência.
Grão e feijão na mesma panela: o amido engrossa o que o feijão soltou.
O macarrão quebrado e o caldo do feijão engrossam um ao outro. Nenhum funciona sozinho.
Erva lenhosa, feijão farinhento. Um ramo para a panela, retirado antes de amargar.
Derretida primeiro para que a gordura seja o meio de cozimento, não um enfeite.
O óleo cru e apimentado é o substituto do ácido; esse feijão é doce demais sem ele.
Ácido o bastante para impedir que a doçura vire pudim.
Peluda e levemente amarga, um contrapeso a um feijão que pende para o açucarado.
A casca vai na panela. Glutamato mais amido é todo o truque.
Casca de feijão amendoada e folha escura, ambas terrosas, nenhuma doce.
Folha amarga murchada no purê doce. O Vêneto faz isso com a mesma faca.
O mesmo registro doce e farinhento; sirva os dois e o prato soa como um só ingrediente.
Água de cogumelo seco como líquido de cozimento; o feijão vira carnudo sem carne.
Uma tampinha no final. O amargor de genciana faz o que o feijão nunca teve.