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especiariade madeira doce · de cravo · floral · de papel · cítrica

Canela

A delicada da família, toda casca de papel e cítrico, perdendo espaço na prateleira para a canela-da-china fingindo ser ela.

sozinho
0.0ácido
3.0doce
1.0salgado
1.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

1 destas 72 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

72 combinações para Canela.

Laranja

clássico

As duas florais e levemente amargas; qualquer bebida quente com especiarias é basicamente só isso.

Tangerina

clássico

Casca seca e cássia são um armário de remédios chineses antes de serem sobremesa.

Sapoti

clássico

Especiaria quente sobre uma fruta que já tem gosto de caramelo soa como sobremesa pronta, mesmo crua.

Dois fenóis doces e quentes; com cravo e erva-doce vira cinco-especiarias.

Açúcar

clássico

Torrada, churros, pãezinhos. A sobremesa de dois ingredientes que nunca falhou.

Tomate

clássico

Um pau de canela na carne moída e o ácido para de gritar. A Grécia resolveu isso bem antes de o tomate chegar.

Gengibre seco

clássico

Ardor seco sob casca doce; todo pote de mistura de especiarias é isso mais um cravo.

A especiaria quente faz a azedura soar festiva, não como um erro.

O cinamaldeído soa como doçura, então dá para tirar açúcar da panela.

Ameixa

comum

O ácido da fruta de caroço quer um fenol quente mais do que quer mais açúcar.

Fenóis mornos fazem uma compota bem ácida soar como se tivesse levado mais açúcar.

Fenol morno contra açúcar concentrado; isso impede que a fruta tenha gosto de xarope puro.

Caqui

comum

Fenóis mornos combinam com uma polpa pesada de mel que quase não tem nota de topo própria.

Banana

comum

Ésteres de fruta passada mais casca quente; a banana tem gosto de assada antes de ser.

Aldeídos mornos empurram um açúcar tão simples para algo que soa cozido.

Aldeídos quentes sobre almíscar; é por isso que toda receita de sabugueiro cheira a remédio de gripe.

Lúcuma

comum

Aldeídos quentes sobre caramelo amanteigado; fazem uma fruta estranha soar como um pudim familiar.

Aldeídos quentes sobre uma polpa acastanhada de tâmara; a especiaria já está implícita na fruta.

Uxi

comum

Especiaria quente sobre uma gordura fibrosa que, sem ela, tem gosto principalmente de si mesma.

Buriti

comum

Especiaria quente se assenta numa fruta de cenoura e damasco do jeito que faria numa torta de abóbora.

Açúcares de forno e fenóis doces se fundem; nada mais precisa estar no prato.

Os dois carregam fenóis doces e quentes. Ardor sem precisar recorrer à pimenta-malagueta.

Fenóis doces e quentes contra a nota passificada. Combinação clássica de adobo.

Casca doce sob a vagem fria. Toda mistura quente do mundo começa com essas duas.

A casca doce suaviza uma vagem que, sozinha, é só fogueira e cineol cru.

Melaço e casca compartilham fenóis quentes. O pãozinho existe por causa dessa sobreposição.

A gordura carrega o cinamaldeído; canela seca em torrada seca tem gosto de serragem.

Benzaldeído e casca doce; o balcão de doces de três continentes.

Amargor de cacau sob casca doce. A Espanha trouxe a casca; o México nunca devolveu.

Café

comum

Casca no pó: a torra mantém seu amargor e ganha um topo floral.

Mel

comum

Floral sobre floral, e a casca evita que o mel pareça xarope.

Dois fenóis quentes, um floral e outro anestesiante. Toda mistura de especiarias segue essa proporção.

Especiaria quente dentro de gordura fria, que carrega o aroma mais longe do que a água.

Aveia

comum

Especiaria quente numa base neutra: soa como doçura sem um grão de açúcar.

Especiaria quente sobre o grão estourado soa como doçura sem um grão de açúcar a mais.

A especiaria quente na camada de castanhas impede o xarope de ter gosto de açúcar puro.

Especiaria quente sobre gordura quente. Acrescente na manteiga que está torrando, não na massa.

Casca quente sobre uma semente fria e verde. Soa a especiaria, não a comida saudável.

Cacau

comum

Casca quente sobre amargor seco. O México mói os dois juntos e dá o assunto por encerrado.

Pinhão

comum

Moído numa canjica, a especiaria quente transforma uma castanha amilácea em pudim.

Cristal grosso e especiaria grossa ficam sobre a crosta sem afundar.

O cinamaldeído é um aldeído; a vanilina da seiva é o fenol. Duas metades de uma só nota quente.

Os aromáticos de maçã assada sempre foram meio especiaria. Acrescentá-la só nomeia o cheiro.

O cinamaldeído soa doce contra o tanino, então entra menos açúcar.

Chai

comum

O cinamaldeído se volatiliza no leite fervendo e reveste a gordura. Doçura de graça.

Rooibos

comum

Casca quente contra doçura amadeirada; nada amargo na xícara para atrapalhar.

Graviola

incomum

Aldeídos quentes sobre uma fruta lactônica; o Caribe bebe assim, com gelo.

Pupunha

incomum

Especiaria quente empurra o registro de abóbora e castanha para a sobremesa, não para o acompanhamento.

O cinamaldeído faz o refogado parecer mais doce sem acrescentar mais açúcar.

Um pau de canela num cozimento longo faz a carne parecer mais untuosa sem parecer doce.

O amido chato da leguminosa recebe a casca quente do jeito que recebe o cominho, só que mais doce.

Especiaria doce sobre grão salgado é o eixo norte-africano, não uma jogada de sobremesa.

Cozida com as pérolas, nunca polvilhada depois. O amido claro absorve cor e cheiro juntos.

Jogada levantina: a especiaria quente faz o tomate soar mais doce do que realmente é.

Combinação mexicana, não californiana. A calda deixa a casca falar sozinha.

Conhaque

incomum

O cinamaldeído e a vanilina do carvalho soam como uma só nota quente, não duas especiarias.

Vinagreira

incomum

A especiaria quente no xarope arredonda uma flor que sozinha é quase só acidez.

Casca doce polvilhada sobre coalhada láctica, um hábito levantino que a Europa nunca copiou.

Whisky

raro

Cinamaldeído e lactonas de carvalho ficam na mesma prateleira. Um pau de canela no toddy quente.

Casca quente sobre cana verde. Inverno no Brasil, servido quente, raramente escrito numa receita.

Porcini

selvagem

Os dois carregam fenóis quentes e amadeirados; a casca faz o fungo parecer fruta seca.