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adoçantebaunilhado · amadeirado · de caramelo · levemente defumado · amanteigado

Xarope de bordo

Seiva de árvore fervida, quarenta litros até virar um. Tem gosto de baunilha, madeira e uma queima discreta, não só de doce.

sozinho
0.0ácido
5.0doce
0.0salgado
1.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

6 destas 41 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

41 combinações para Xarope de bordo.

Noz-pecã

clássico

Nota de madeira no xarope, nota de madeira na noz-pecã. Toste-a nele e pare por aí.

Manteiga

clássico

Os dois correm em lactona e caramelo. Batidos mornos, viram um único molho.

Mirtilo

comum

Mesma floresta, mesma estação. O xarope de bordo traz o caramelo que a fruta não tem.

Lúcuma

comum

As duas correm numa doçura próxima do sotolon; o xarope aprofunda em vez de acrescentar.

O amargor da brássica pede açúcar e chamuscado. Misture depois de assar, não antes.

Mesma família de caramelo; o xarope só empurra o assado mais adiante.

O sotolon do xarope, com jeito de feno-grego, dá à polpa um toque salgado.

Aveia

comum

O amido do grão é neutro. A vanilina faz mais aqui do que o açúcar.

Bourbon

comum

Vanilina de barril, duas vezes. Uma veio do carvalho e outra da seiva do bordo.

Os dois têm gosto de baunilha e madeira. A abóbora traz o corpo e nenhum ácido.

Noz

comum

O tanino é o freio. Sem ele, o xarope reveste e nunca solta.

Canela

comum

O cinamaldeído é um aldeído; a vanilina da seiva é o fenol. Duas metades de uma só nota quente.

Fumaça

comum

Açúcar e fenol. O glacê que deu sentido ao café da manhã americano.

Chirívia

incomum

Os dois carregam uma doçura próxima do sotolon. Aprofunda em vez de empilhar.

Rutabaga

incomum

Açúcar de caramelo sobre enxofre é a versão assada canadense, e ela funciona.

Chipotle

incomum

Fumaça sobre fumaça, uma da madeira e outra do galpão de secagem.

Feno-grego

incomum

Sotolon nos dois. A semente é de onde veio o aromatizante de bordo artificial.

O sotolon do xarope e a reação de Maillard na pele compartilham o mesmo açúcar queimado.

Presunto

incomum

Açúcar amadeirado, não açúcar limpo. Combina com a fumaça em vez de brigar com ela.

Peru

incomum

Açúcar amadeirado na salmoura: doura a pele e tempera a água.

Salmão

incomum

Peixe gordo e açúcar de madeira, cozidos sobre uma tábua para a fumaça vir de baixo.

Mesma região, mesma estação. O açúcar torna o amargor legível.

Açúcar de koji sob seiva fervida. Dois dourados lentos com a mesma madeira por baixo.

Tamari

incomum

Os dois reduzidos até concentrar. Açúcar e sal caem na mesma viscosidade.

Tempeh

incomum

Açúcar, fumaça e sal são a imitação de bacon que o mofo consegue sustentar.

Doce, azedo, e os dois com um leve sabor de árvore. Um glacê que não precisa de caldo nenhum.

O açúcar fervido carrega o ardor volátil mais para o fundo da garganta.

Piperina sobre açúcar de madeira. Glaceie uma cenoura com isso e ela ganha gosto salgado.

Rum escuro

incomum

Cana e seiva, as duas fervidas até concentrar. Mesma técnica, árvore diferente.

Café

incomum

Amargor de torra mais doçura de madeira, e o xarope se dissolve frio.

Caramelize a face cortada. O amargor quer um adoçante com personalidade própria.

Açúcar amadeirado sobre sal-gordura. A ideia do bacon caramelizado, aplicada à parte melhor.

Sotolon nos dois. O xarope encontra o caramelo do queijo e dobra.

Pupunha

selvagem

Um açúcar nada amazônico sobre uma fruta de palmeira amilácea que já tem um leve gosto dele.

Seiva contra seiva. Adoce o murchar, e a erva vira vegetal.

A mesma molécula, sotolon, vindo de direções opostas. Um doce, outro feroz.

Dulse

selvagem

Costa canadense: alga defumada e xarope de bordo completam a lógica do bacon.

Gruyère

selvagem

Sotolon dos dois lados. Coalhada suíça e xarope de Quebec não deveriam combinar.

Nori

selvagem

Açúcar marinho e seiva queimada. Lógica de doce japonês, importada para Quebec.