Açúcar
clássicoRaspada e adoçada, a polpa vira um doce grosso o bastante para passar no pão.
Com escamas de pinha e polpa alaranjada como cenoura por dentro. A árvore inteira é uma feira só — fruta, óleo, palha, vinho.
Raspada e adoçada, a polpa vira um doce grosso o bastante para passar no pão.
Batido gelado, o leite condensado empurra de vez para a sobremesa uma fruta cerosa e com nota de cenoura.
A gordura suaviza a cera de que a polpa é naturalmente cheia.
Especiaria quente se assenta numa fruta de cenoura e damasco do jeito que faria numa torta de abóbora.
Açúcar floral sobre uma polpa alaranjada já doce aprofunda em vez de duplicar.
Destilado de melaço contra uma fruta alaranjada e cerosa, macerada para o vinho de buriti que algumas comunidades ainda fazem.
Gordura de laticínio contra a cera de tom alaranjado; a versão em sorvete depende inteiramente disso.
Duas gorduras amazônicas, uma de fruta e outra de semente, mais parecidas do que parecem ao primeiro gosto.
A semelhança de sabor não é coincidência; lado a lado, a fruta e a raiz soam como parentes.