Uva-crespa
clássicoMesma quinzena, mesmos tióis. Ninguém melhorou a ideia de cozinhar os dois na mesma panela.
Cheira a cerca viva em maio e, de leve, a gato macho. É a mesma molécula, e isso é uma virtude.
Mesma quinzena, mesmos tióis. Ninguém melhorou a ideia de cozinhar os dois na mesma panela.
As flores não têm açúcar próprio. O cordial é antes um truque de conservação do que uma receita.
O ácido cítrico fixa os voláteis e evita que o cordial fermente na prateleira.
Nota de topo de moscatel sobre uma fruta que é só meio de boca. Preenche o vazio de cima.
Tióis compartilhados. A flor faz um vinho magro cheirar mais maduro do que o rótulo admite.
Botânicos florais mais resina de zimbro; a flor é o que faz o gin ter gosto de jardim.
As bolhas carregam o aroma para cima; o ácido evita que o cordial pareça suco artificial.
O ácido málico dá à flor uma base afiada para se apoiar. A clássica geleia inglesa.
As duas correm no linalol. Uma colher do cordial e a nota verde vira o assunto principal.
A flor de sabugueiro é a nota de moscatel sem a uva. Junte as duas e ela dobra.
As duas atingem o pico nas mesmas seis semanas. A nota moscatel é o que falta ao ruibarbo.
Os terpenos florais precisam de ácido por baixo, ou soam a perfume.
Linalol compartilhado. A flor faz um vinho magro cheirar mais maduro do que o rótulo admite.
Os dois carregados de linalol e óxido de rosa. Impossível diferenciar quando gelados.
Aldeído verde sob uma flor intensa. O pepino é o motivo de continuar bebível.
Terpenos florais elevam a nota gramínea do topo para algo mais perto de moscatel.
Dois perfumes florais barulhentos; use metade de cada ou tudo vai cheirar a sabão.
Terpenos de moscatel sobre o sal. Um truque de primavera, que acaba em julho.
Os dois no auge na mesma quinzena. Terpenos sobre a gordura de estuário.
Cure no cordial. O açúcar firma a carne e a flor substitui o endro.
Flor agridoce contra peixe gorduroso, fazendo o trabalho para o qual o molho de uva-crespa foi inventado.
Perfume terpênico sobre a polpa neutra, do jeito que a tônica funciona sobre um destilado simples.
Terpenos florais elevam a nota verde do topo para algo quase moscatel.
Os dois estão no auge em maio. O perfume moscatel adoça a acidez sem açúcar.
Os dois são florais e verdes; o xarope tempera as vagens cruas e frias.
Perfume terpênico sobre um peixe discreto soa a maresia com flores.
Óxido de rosa sobre a salmoura, e a ostra responde com seu próprio nonadienal. Um respingo na mignonette.
O floral precisa de um carregador sem aroma próprio. Este é esse carregador.
O talo sulfuroso encontra a flor de tiol. Mesmo fundo fermentado dos dois lados, e nenhum recua.