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flormoscatel · de lichia · de cassis · de mel · silvestre

Flor de sabugueiro

Cheira a cerca viva em maio e, de leve, a gato macho. É a mesma molécula, e isso é uma virtude.

sozinho
1.0ácido
2.0doce
0.0salgado
0.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

8 destas 29 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

29 combinações para Flor de sabugueiro.

Uva-crespa

clássico

Mesma quinzena, mesmos tióis. Ninguém melhorou a ideia de cozinhar os dois na mesma panela.

Açúcar

clássico

As flores não têm açúcar próprio. O cordial é antes um truque de conservação do que uma receita.

O ácido cítrico fixa os voláteis e evita que o cordial fermente na prateleira.

Morango

comum

Nota de topo de moscatel sobre uma fruta que é só meio de boca. Preenche o vazio de cima.

Tióis compartilhados. A flor faz um vinho magro cheirar mais maduro do que o rótulo admite.

Gin

comum

Botânicos florais mais resina de zimbro; a flor é o que faz o gin ter gosto de jardim.

As bolhas carregam o aroma para cima; o ácido evita que o cordial pareça suco artificial.

O ácido málico dá à flor uma base afiada para se apoiar. A clássica geleia inglesa.

As duas correm no linalol. Uma colher do cordial e a nota verde vira o assunto principal.

A flor de sabugueiro é a nota de moscatel sem a uva. Junte as duas e ela dobra.

Ruibarbo

incomum

As duas atingem o pico nas mesmas seis semanas. A nota moscatel é o que falta ao ruibarbo.

Kombucha

incomum

Os terpenos florais precisam de ácido por baixo, ou soam a perfume.

Linalol compartilhado. A flor faz um vinho magro cheirar mais maduro do que o rótulo admite.

Lichia

incomum

Os dois carregados de linalol e óxido de rosa. Impossível diferenciar quando gelados.

Pepino

incomum

Aldeído verde sob uma flor intensa. O pepino é o motivo de continuar bebível.

Kiwi

raro

Terpenos florais elevam a nota gramínea do topo para algo mais perto de moscatel.

Dois perfumes florais barulhentos; use metade de cada ou tudo vai cheirar a sabão.

Terpenos de moscatel sobre o sal. Um truque de primavera, que acaba em julho.

Os dois no auge na mesma quinzena. Terpenos sobre a gordura de estuário.

Truta

raro

Cure no cordial. O açúcar firma a carne e a flor substitui o endro.

Cavala

raro

Flor agridoce contra peixe gorduroso, fazendo o trabalho para o qual o molho de uva-crespa foi inventado.

Pitaia

selvagem

Perfume terpênico sobre a polpa neutra, do jeito que a tônica funciona sobre um destilado simples.

Terpenos florais elevam a nota verde do topo para algo quase moscatel.

Azedinha

selvagem

Os dois estão no auge em maio. O perfume moscatel adoça a acidez sem açúcar.

Ervilha-doce

selvagem

Os dois são florais e verdes; o xarope tempera as vagens cruas e frias.

Merluza

selvagem

Perfume terpênico sobre um peixe discreto soa a maresia com flores.

Ostra

selvagem

Óxido de rosa sobre a salmoura, e a ostra responde com seu próprio nonadienal. Um respingo na mignonette.

Tofu

selvagem

O floral precisa de um carregador sem aroma próprio. Este é esse carregador.

O talo sulfuroso encontra a flor de tiol. Mesmo fundo fermentado dos dois lados, e nenhum recua.