Hortelã
clássicoO mentol é o mais alto dos 130; acrescentar mais só confirma o caminho.
Monges, 130 botânicos e uma receita que só duas pessoas conhecem. Tem gosto de verde como nada mais tem.
O mentol é o mais alto dos 130; acrescentar mais só confirma o caminho.
Partes iguais de ácido, açúcar e erva são o único equilíbrio que sobrevive a isso.
Pinho sobre pinho. Zimbro e hissopo são resinas, então as camadas se encaixam sem emenda.
Amêndoa de fruta de caroço contra erva alpina; o mesmo vale faz os dois.
Já vem adoçado com notas de mel; o mel de verdade arredonda o ardor.
O anetol corre sob o mentol e estica o final ao dobro.
Ésteres tropicais dão à erva algo doce e afiado para se medir.
A bala de hortelã de depois do jantar, ao pé da letra; o amargor do cacau aguenta os 55% de álcool.
Está de fato na receita. Servir a planta ao lado é como colar de prova de degustação.
É o safranal que dá à versão amarela essa profundidade de feno e mel. Dobre a dose.
Um licor amargo de ervas e um talo amargo compartilham o mesmo registro verde.
O destilado herbal tira a película de gordura e deixa o alecrim sozinho, em evidência.
Dois verdes amargos com uma borda doce; o chá dá a ele o umami que nunca teve.
Pirazina verde e doce sob erva alpina; o drinque para de parecer remédio.