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bebidade hortelã · de hissopo · açafroada · de pinho · de mel

Chartreuse

Monges, 130 botânicos e uma receita que só duas pessoas conhecem. Tem gosto de verde como nada mais tem.

sozinho
0.0ácido
3.0doce
0.0salgado
3.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

4 destas 14 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

14 combinações para Chartreuse.

Hortelã

clássico

O mentol é o mais alto dos 130; acrescentar mais só confirma o caminho.

Gin

clássico

Pinho sobre pinho. Zimbro e hissopo são resinas, então as camadas se encaixam sem emenda.

Kirsch

comum

Amêndoa de fruta de caroço contra erva alpina; o mesmo vale faz os dois.

Mel

comum

Já vem adoçado com notas de mel; o mel de verdade arredonda o ardor.

Funcho

incomum

O anetol corre sob o mentol e estica o final ao dobro.

Abacaxi

incomum

Ésteres tropicais dão à erva algo doce e afiado para se medir.

A bala de hortelã de depois do jantar, ao pé da letra; o amargor do cacau aguenta os 55% de álcool.

Está de fato na receita. Servir a planta ao lado é como colar de prova de degustação.

É o safranal que dá à versão amarela essa profundidade de feno e mel. Dobre a dose.

Cardo

selvagem

Um licor amargo de ervas e um talo amargo compartilham o mesmo registro verde.

Lardo

selvagem

O destilado herbal tira a película de gordura e deixa o alecrim sozinho, em evidência.

Matchá

selvagem

Dois verdes amargos com uma borda doce; o chá dá a ele o umami que nunca teve.

Ervilha

selvagem

Pirazina verde e doce sob erva alpina; o drinque para de parecer remédio.