Cordeiro
clássicoA carvona é mais suave que o mentol, então o cordeiro continua sendo o mais alto do prato.
Carvona, não mentol. A doce, a do chá, a que não lembra consultório de dentista.
A carvona é mais suave que o mentol, então o cordeiro continua sendo o mais alto do prato.
Tanino do chá-pólvora mais carvona, servido de cima para arejar os dois.
Doce-verde contra doce-verde, sem o frio do mentol para achatar nada.
Ácido láctico e carvona são ambos suaves; nada aqui tem aresta.
O aldeído do pepino e a carvona da hortelã-verde chegam como uma única nota refrescante.
O grão segura o óleo, e a hortelã-verde continua rendendo na segunda garfada.
A abobrinha grelhada fica doce; a carvona impede que vire sobremesa.
Fava amilácea, hortelã-verde doce, pecorino afiado. O prato romano da primavera.
O açúcar floral carrega a carvona muito mais longe do que o açúcar granulado jamais conseguiria.
Benzaldeído e carvona dividem a mesma pista; a acidez evita que aquilo vire sobremesa.
Mais suave que a hortelã-pimenta sobre o chocolate, então o amargor do cacau sobrevive.
Iodo marinho mais carvona: nenhuma cozinha faz isso, mas os voláteis concordam.