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florde rosa destilada · de sabão · de gerânio · de cold cream · levemente melada

Água de rosas

Medida em gotas, arruinada em colheres de chá. A garrafa mais fácil de abusar na prateleira, e ela sabe disso.

sozinho
0.0ácido
0.0doce
0.0salgado
1.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

3 destas 27 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

27 combinações para Água de rosas.

Cardamomo

clássico

A vagem evita que soe a perfume. Nunca use uma sem a outra.

Amêndoa

clássico

Amêndoa moída com água de rosas é a pasta-base de metade do Levante. Gordura sobre perfume.

Mel

clássico

Feniletanol compartilhado, e o mel carrega os voláteis que uma massa seca perderia.

Lichia

comum

Dobra o óxido de rosa. Duas gotas confirmam o sabor, cinco gotas arruínam tudo.

Dois aromáticos caros que compartilham a nota de feno. Os dois morrem com calor, então acrescente por último.

Iogurte

comum

O ácido corta a borda de sabão. É o conserto para quando você já colocou demais.

O grão grosso absorve o xarope sem virar pasta; o perfume fica no miolo.

Arroz

comum

O amido sem graça é a tela, e a flor é a única coisa pintada nela.

Entra no xarope fora do fogo. Ferva e todo aromático escapa da panela.

Leite

comum

A caseína prende o geraniol. Pudins de leite são o lugar mais seguro para passar um pouco da dose.

Marmelo

incomum

A fruta já é meio rosa. Dilua em água e o perfume dobra.

Romã

incomum

Combinação persa: a flor fornece o perfume que uma fruta tão adstringente nunca tem.

Mangostão

incomum

Dobra o floral sem tocar no açúcar. Duas gotas no xarope, nunca mais que isso.

Amora

incomum

Dois perfumes persas; a fruta é vinosa o bastante para aceitar um floral sem desmoronar.

Ruibarbo

incomum

Duas gotas. O ruibarbo é forte o bastante para carregar um perfume que afogaria qualquer outra coisa.

Jambo

incomum

O próprio nome não é acidente; a nota floral de topo está genuinamente lá, se você procurar.

Morango

incomum

A damascenona do morango faz metade do caminho. Duas gotas por caixinha, no máximo.

Cuscuz doce debaixo de açúcar e água floral. O Magrebe termina a refeição assim, e não é engano.

O grão já é floral. Isso só dá nome à flor.

Lógica mogol: uma nota floral no topo, andando sobre gordura de leite torrado até o fim.

Uma colher de chá no braseado, não no prato; soa como doçura contra a gordura.

A manteiga de cacau é o melhor carreador que existe, o que também torna mais fácil errar a mão.

Floral sobre açúcar limpo, e o estalo dá ao perfume onde pousar.

Vitela

selvagem

Lógica persa sobre carne italiana: floral contra leitoso, sem precisar de fruta nenhuma.

Pepino

selvagem

Aldeído verde e frio sob a flor destilada. Na Pérsia bebem assim; o resto do mundo devia beber também.