Mahleb
clássicoResina e amêndoa de caroço de cereja, as duas amargas, e o pão de Páscoa precisa da dupla.
Resina de árvore mascada desde a Antiguidade, ainda vendida ao grama numa única ilha grega. Pinho se comportando como açúcar.
Resina e amêndoa de caroço de cereja, as duas amargas, e o pão de Páscoa precisa da dupla.
Salep e dondurma: a resina faz o leite esticar e ganhar um leve gosto de floresta.
Perfume mais pinho; a resina é o que impede a rosa de desabar em sabão.
Moída com açúcar, ou empelota. É a única forma de entrar em qualquer receita.
Um grama na massa inteira, e o miolo cheira a encosta de montanha em agosto.
O açúcar floral arredonda a ponta medicinal e deixa só o pinho frio.
Lógica de doce de colher: resina contra fruta de caroço, e nenhuma das duas perde a discussão.
Dois amargores frios, um de casca e um de seiva, terminando no mesmo instante.
Castanha verde e resinosa sob seiva verde e resinosa; a gordura carrega tudo isso.
Pinho sobre pinho. A resina faz o trabalho do zimbro com um final mais longo e mais frio.
A resina impede que a fruta tenha gosto de geleia e faz parecer recém-colhida.
Resina do Egeu num peixe do Egeu: pinho e mar, nada entre os dois.
A resina de pinho deixa o pudim elástico; para os padeiros da Anatólia, é estrutural.
A resina de pinho deixa o creme elástico e o conjunto todo com cheiro de encosta quente.
Dois luxos resinosos do Mediterrâneo; a resina dá ao feno uma espinha de pinho.
A resina corta a gordura como o alecrim faz, mas fria e levemente doce.