Repolho
clássicoA carvona acalma o enxofre; o remédio tradicional para o cheiro da panela.
A personalidade inteira do pão de centeio, emprestada. Um anis que ficou levemente amargo e assumidamente do norte da Europa.
A carvona acalma o enxofre; o remédio tradicional para o cheiro da panela.
Miolo azedo, semente amarga. Tire a alcaravia e vira pão integral qualquer.
A carvona doma o enxofre crucífero: a razão de estar na tina, para começo de conversa.
Os açúcares da maçã cozida arredondam a aresta medicinal sem escondê-la.
As duas carregam terpenos quentes; assar as duas faz um só sabor, não dois.
Pó doce de pimentão e semente amarga de anis. A maioria das receitas de gulyás leva os dois.
O assado gordo precisa de uma semente amarga mais do que de outra erva.
O amido silencia quase tudo; a alcaravia é forte o bastante para sobreviver a isso.
Ácido láctico cortante e carvona cortante, os dois acertando o mesmo lado da língua.
A carvona é o remédio tradicional da brássica, e funciona crua, não só cozida.
O óleo da casca puxa a alcaravia para o lado doce e para longe da farmácia.
Lógica de aquavit: carvona e zimbro compartilham o mesmo final resinoso e frio.
A carvona é uma molécula afiada e pontiaguda. A gordura láctica dá a ela um lugar para sentar.
A carvona combina com coalhada. Eslováquia e Hungria descobriram isso; Viena só manteve.
Instinto centro-europeu. Carvona contra leite doce, mais afiado do que parece.
A Tunísia já faz isso; a semente é o motivo de não ter gosto mexicano.
Amargo encontra amargo, e a nota anisada soa como uma hortelã muito fria.