Lentilha
clássicoLentilha vermelha, cebola cozida até sumir, e mistura suficiente para manchar a panela.
Mistura etíope de pimenta com feno-grego e ajwain escondidos dentro. O ardor é a parte menos interessante.
Lentilha vermelha, cebola cozida até sumir, e mistura suficiente para manchar a panela.
Cozida seca por uma hora antes de qualquer gordura entrar; a mistura precisa desse açúcar.
Um ovo cozido duro na panela e um picante que continua subindo por um minuto inteiro.
Azedo fermentado sob a ardência de dezesseis especiarias. Nenhum dos dois sobrevive sozinho ao outro.
O niter kibbeh é o veículo, não o enfeite. Gordura temperada primeiro, depois especiaria.
Crua ou cozida devagar, o feno-grego é o que dá gosto ao picante.
Cozido no ensopado até a clara ficar vermelha por inteiro.
Ácido e açúcar dão a um ardor bem longo algo em que pousar logo no início.
Folha amarga sob uma mistura já amarga; as duas se cancelam em algo saboroso.
Cozido macio com cúrcuma ao lado; a mistura é o único picante da travessa.
A gordura absorve a ardência e o feno-grego parece um caramelo que nunca aconteceu.
Lógica do tej: a doçura atrasa o picante e deixa o feno-grego chegar primeiro.
Açúcar amiláceo contra uma pimenta lenta; o feno-grego parece um caramelo estranho.
Feno-grego e cacau compartilham notas de açúcar queimado; o picante chega depois do derretimento.
Os dois são etíopes, os dois torrados e amargos. Moa a mistura junto com os grãos numa marinada seca.