Arroz
clássicoUma colherada sobre arroz puro já é jantar. Esse era todo o projeto.
Vieira seca, presunto e camarão fritos no óleo de pimenta, com preço de conhaque, o mesmo que deu nome a ele.
Uma colherada sobre arroz puro já é jantar. Esse era todo o projeto.
Vieira seca sobre vieira fresca: o mesmo animal, concentrado e ainda vivo.
O óleo gruda e os fiapos se prendem nas dobras. O cheung fun não quer mais nada.
Mexido macio e dobrado por cima. A gordura já estava lá, o umami não.
Verdura escaldada carrega água e amargor. Isso traz sal, gordura e crocância.
Coalhada sem gosto é a melhor tela que existe para algo tão alto e caro.
Marisco fresco mais marisco seco. A metade seca explica a metade fresca.
Açúcar de folha queimada sob gordura marinha salgada, que é a doçura que faltava.
Um condimento de frutos do mar de luxo sobre o verde mais simples possível, exatamente o ponto do contraste.
Vieira seca no molho, vieira falsa no prato. De propósito.
Duas concentrações do mesmo mar. Grelhe a ostra, coloque isso por cima.
Glutamato livre sobre glutamato livre, cantonês e emiliano. A mesma molécula.
Vieira seca é doce. As lactonas da manteiga de cacau a encontram bem no meio do caminho.