Presunto
clássicoO osso dá o sal e a gelatina; a ervilha dá o corpo. Nenhum dos dois precisa de caldo.
Ferve até virar lodo, e essa é a ideia. Osso de presunto opcional na teoria, obrigatório na prática.
O osso dá o sal e a gelatina; a ervilha dá o corpo. Nenhum dos dois precisa de caldo.
Fumaça sobre uma ervilha que já tem gosto de feno. Derretido primeiro, crocante por último.
Verde sobre verde: a nota de feno da ervilha precisa de uma aresta fria ou vira um cobertor.
Suada até sumir no início. É o único aromático que sobrevive a uma hora inteira.
Doçura com uma aresta de terra, e é a única cor na tigela.
Eucalipto sobre a lama. Duas folhas, e retire antes de servir.
Moída à mesa. Cozida junto, a pimenta fica empoeirada e sem graça.
A ervilha não tem gordura; uma porção mexida no fim é o que faz o prato ter gosto de pronto.
O ardor da mostarda evapora numa tigela quente e soa como uma nota verde de topo.
Fumaça e salmoura sobre amido doce, a mesma lógica do bacon com outro animal.
Resina contra feno. Amasse três bagas, não mais, ou a panela vira gin.
Resina de zimbro sobre feno de pirazina. Uma colher mexida fora do fogo, nunca cozida.