Mostarda Dijon
clássicoA mostarda cobre a carne magra e vira o molho enquanto ela cozinha no ensopado.
Frango com passado. Magro a ponto de ser deselegante, por isso sempre cozido dentro de alguma coisa.
A mostarda cobre a carne magra e vira o molho enquanto ela cozinha no ensopado.
O ácido impede que a carne seca fique felpuda num ensopado longo e lento.
Açúcar e tanino concentrados: fazem o ensopado parecer mais velho do que é.
Erva seca para carne seca. Tempera o líquido, que tempera o coelho.
Toucinho de novo, porque o animal não trouxe gordura nenhuma para o próprio jantar.
O pineno marca como caça. Sem ele, o coelho soa como frango pálido.
A gordura tem que vir de fora. O creme de leite fresco é o doador menos complicado.
Carne magra quer uma crosta grossa; as sementes seguram o molho na coxa.
Salmoura e amargor fornecem o sal que um ensopado magro perde para a panela.
O anetol concorda com a doçura da carne, e então o bulbo amolece na gordura.
Ácido de maçã, tanino baixo, um pouco de açúcar. O coelho precisa dos três de uma vez.
A caça branca e magra, sem gordura própria, pega emprestada a doçura do deglaceado.
Lógica catalã de picada: chocolate como espessante e amargor, nunca açúcar.
Carne branda é uma tela. O safranal é uma das poucas coisas altas o bastante para se ouvir.
Carne magra, fruta oleosa. A azeitona é a gordura e o tempero ao mesmo tempo aqui.
Uma farpa doce de anis no ensopado. Um sabor que você só nota se lhe disserem.