Pasta de camarão
clássicoFundo fermentado, açúcar, ácido e uma fruta que não vira papa. A Tailândia construiu uma salada em cima disso.
Sete centímetros de casca branca em volta de gomos secos e soltos. Um cítrico que se comporta como salada.
Fundo fermentado, açúcar, ácido e uma fruta que não vira papa. A Tailândia construiu uma salada em cima disso.
A farofa salgada de glutamato gruda nos gomos secos como nunca grudaria numa laranja.
Lascas tostadas dão gordura a uma fruta que não tem nenhuma e precisa dela.
Os gomos estouram separados, então a ardência chega por etapas, não de uma vez.
O sal tira água das vesículas e concentra o pouco açúcar que existe ali.
Mentol sobre o cítrico seco e amargo; impede que a salada tenha gosto só de bagaço.
Gordura torrada e crocância contra a polpa seca. Mais um encontro de textura que de sabor.
A doçura de caramelo enterra o amargor do bagaço sem tocar no ácido.
Carne branca doce e gomos que mantêm a forma. Nenhum dos dois vira papa.
Vesículas de cítrico amargo que estouram e uma erva ensaboada e apimentada, as duas crocantes e frias.
Catequina e naringina são as duas secas e amargas; infundidas juntas, viram uma só.
Floral de damasco sobre o cítrico seco. A China cristaliza a casca com isso todo outono.
Creme iodado e vesículas secas e amargas; a fruta faz o trabalho de uma geleia cítrica.
Mofo salgado e amargor adstringente; os gomos fazem o que uma pera faria, mas mais cortante.