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florde pétala amarga · de tangerina · de resina · de feno · quase-açafrão

Calêndula

O açafrão dos pobres, e sabe do seu lugar. Cor em primeiro, amargor em segundo, sabor bem atrás.

sozinho
0.0ácido
0.0doce
1.0salgado
3.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

3 destas 13 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

13 combinações para Calêndula.

Arroz

comum

Corante carotenoide sem custo nenhum. Tinge o grão e acrescenta uma nota leve de feno.

Frango

comum

Pétala seca na panela deixa o caldo claro amarelo e dá a ele uma espinha dorsal amarga.

A luteína é lipossolúvel, e é por isso que pétalas colorem manteiga e nunca colorem água.

Ovo

comum

Dada às galinhas ou misturada no creme, o mesmo pigmento faz o mesmo trabalho duas vezes.

Noz

incomum

Lógica georgiana: pétala amarga e óleo amargo de noz, diluídos em caldo até virar molho.

Coentro

incomum

Aldeído ensaboado contra pétala resinosa; os dois são verdes de um jeito que incomoda gente.

A calêndula cresce entre as fileiras no México. O amido doce aceita bem o amargor.

A leguminosa terrosa precisa mais de uma nota amarga de topo do que de outra erva.

A pétala é o corante original da coalhada. O Double Gloucester é laranja por causa dessa flor.

Resina e gordura, a mesma troca do alecrim. O amargor substitui o ácido que falta.

Áster com áster: as pétalas tingem o óleo de amarelo-açafrão e o deixam levemente amargo.

Vieira

selvagem

Pétala amarga sobre proteína doce, do jeito que a toranja funciona. Use a pétala, descarte a base.

Gin

selvagem

A calêndula solta terpenos de tangerina exatamente onde a casca cítrica ficaria.