Grão-de-bico
clássicoO ácido do chana masala. Limão deixaria o molho ralo; o pó não deixa.
Manga verde seca e moída. Ácido sem água, que é a razão inteira de existir.
O ácido do chana masala. Limão deixaria o molho ralo; o pó não deixa.
Frita primeiro, polvilhada depois, para a acidez pousar onde dá para sentir.
O almíscar precisa de ácido ou fica pesado; esta é a versão que não acrescenta líquido nenhum.
Duas notas azedas, uma láctica e uma frutada, e só uma delas é seca.
A brássica assada fica doce; o pó é o ácido que barra a doçura ali mesmo.
Bhindi frito seco: o pó nunca acrescenta umidade, e esse é o truque todo.
Fatias cruas polvilhadas com ele parecem em conserva sem precisar esperar vinte minutos.
Coalhada rangente e sem graça; o pó azedo faz o trabalho de uma marinada.
Sal, pimenta, amchur. O México chegou aqui com limão e a Índia com uma fruta seca.
Fruta madura polvilhada com sua própria versão verde, o que é esperto ou cruel.
A manteiga de cacau aceita a acidez de manga verde e deixa o pó para trás.