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bebidade grama cortada · de açúcar mascavo · de cana verde · vegetal · de feno

Caldo de cana

Cana esmagada entre rolos e bebida dentro de uma hora. Deixe parado e ela fica cinza, depois fermenta.

sozinho
1.0ácido
5.0doce
0.0salgado
0.0amargo
0.0umami
ordem · cânone primeiro

2 destas 14 são selvagens : a teoria diz sim, ninguém cozinhou. por quê →

14 combinações para Caldo de cana.

Limão

clássico

Passa pelos rolos junto com a cana. Sem ele, o copo é só açúcar e nada mais.

Abacaxi

comum

Espremido junto com os talos na barraca; o ácido tropical evita que a doçura fique parada.

Um pedaço amassado com a cana. O ardor chega tarde e encurta um final de açúcar bem longo.

Voláteis refrescantes sobre açúcar cru, e é por isso que o vendedor indiano mantém um maço ao lado.

Sal

comum

Uma pitada de sal preto transforma um copo de açúcar puro em algo bebível no calor de verdade.

O destilado e o caldo de cana de onde ele veio. Um é o campo, o outro é o alambique.

Palmito

incomum

A dupla de feira: um pastel recheado de palmito, depois o caldo de cana para tirar o óleo da fritura.

Maracujá

incomum

A polpa ácida e cheia de sementes é o freio mais forte que existe para tanto açúcar. Uma colher por copo.

Coco

incomum

A polpa ralada batida deixa o copo turvo e dá ao açúcar algo para se segurar.

Fervendo isso você chega ao bloco. O caldo cru mantém a grama que a fervura tira.

Rum

raro

Fermente o caldo e destile, e você tem aguardente de cana. Este é o ponto de partida.

No Vietnã espremem a fruta inteira, casca e tudo. Óleo amargo onde o limão só daria ácido.

Tamarindo

selvagem

Vagem seca e azeda misturada no açúcar cru da cana; duas coisas que já dividem a mesma barraca de feira.

Matchá

selvagem

Os dois têm gosto de grama cortada antes de qualquer outra coisa, e o açúcar carrega o amargor bem longe.