Arroz
clássicoFervida inteira na panela, a polpa oleosa cobre cada grão; esse é o motivo de existir do arroz com pequi.
Fruta oleosa do cerrado, comida ao redor de um ninho de espinhos que ninguém morde duas vezes. Depois que entra na panela, o arroz só sabe a pequi.
Fervida inteira na panela, a polpa oleosa cobre cada grão; esse é o motivo de existir do arroz com pequi.
Cozidos juntos em fogo baixo, a gordura derrete no molho até a carne ganhar um leve gosto da fruta.
Corta uma polpa gordurosa o bastante para cobrir a panela inteira sozinha.
Um refogado de base impede que a gordura resinosa fique monótona já na segunda garfada.
Calor contra um almíscar oleoso que, sem ele, pesa no paladar.
Um esguicho à mesa corta uma gordura tão densa; o cerrado serve à parte, não misturado.
Duas gorduras tropicais densas empilhadas; o pequi fica salgado onde o coco fica doce.
A polpa às vezes é macerada direto no destilado, e a gordura carrega o almíscar em cada gole.
Umami envelhecido contra uma polpa gordurosa e resinosa, um queijo europeu com sotaque de cerrado.